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A clausura na sua dimensão ascética

profundamente a pessoa visando unifica-la
num progressivo itinerário de conformação a Jesus Cristo e a sua total oblação
ao pai. A formação das contemplativas é sobretudo uma formação à fé, na qual "se
encontram o fundamento e as primícias de uma autêntica contemplação. Com efeito
mediante a fé aprende-se a vislumbrar a
constante
presença de Deus, para aderir na caridade ao seu mistério de comunhão.
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De ânimo livre e hospitaleiro, "com a ternura de Cristo", as monjas trazem no coração os sofrimentos e as ansiedades daqueles que recorrem a sua ajuda e de todos os homens e mulheres. Profundamente solidárias com as vicissitudes da Igreja e do homem de hoje, colaboram espiritualmente para a edificação da Igreja e do homem de hoje, colaboram espiritualmente para a edificação do reino de Cristo a fim de que "Deus seja tudo em todos"(I Cor 15,28).![]()
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Instrução
sobre a vida Contemplativa e a clausura das monjas
A Igreja, Esposa do Verbo, realiza exemplarmente o mistério da sua união exclusiva com Deus naqueles que se entregaram a uma vida inteiramente contemplativa. Por esse motivo, a exortação Apostólica pós-sinodal Vita consecrata apresenta a vocação e a missão das monjas de clausura como "sinal da união exclusiva da Igreja-Esposa com o seu senhor, sumamente amado, ilustrando a sua graça singular e dom precioso no âmbito do mistério de santidade da Igreja.